
Ao longo destas 2 semanas entrou pelas nossas casa a notícias sobre a nacionalização do Banco Português de Fraudes ou Fugas Fiscais, não se equivoque senhor leitor leu bem, parece que o Estado português adquiriu mas um potencial investimento, desta vez foi o "BPN" ou "BPF" como é designado neste texto, um banco com uma divida acumulada de 700 mil milhões de euros.
Depois desta situação pergunto-me se vale a pena se honesto em Portugal, na minha visão de cidadão mundo, atento ó que se passa por esse Portugal fora, perco o ânimo de ganhar a vida honestamente.
Para quê pagar impostos, se depois nos momentos de crise o governo ajuda aqueles que fogem a eles, para quê trabalhar honestamente se no final quem ganha são os trapaceiros e os desonestos, para quê viver no moralmente correcto se os beneficiados são aqueles que não a praticam.
Só tenho pena é do senhor Augusto, o merceeiro da minha rua, que não consegue vender a sua fruta e está prestes a fechar a sua mercearia. É irónico senhor leitor, um homem que contribuiu mais de 50 anos para o Estado e viveu a sua vida honestamente, pagando sempre os seus impostos a tempo e horas, não seja ajudado pelo Estado, enquanto bancos fraudulentos que branquearam capitais e contraem dividas altíssimas, como o "BPF", Banco Português de Fraudes ou Fugas Fiscais, que volto a frisar, contraiu uma divida acumulada 700 mil milhões de euros, são ajudados pelo Estado.
O mundo mudou senhor leitor, o politicamente correcto acabou, estamos numa época de mudança, mas na minha opinião de cidadão do mundo mudamos para pior.
Limito-me assim a observar o teatro português e a comprar a fruta ao senhor Augusto, ajudando assim por alguns meros minutos.
Depois desta situação pergunto-me se vale a pena se honesto em Portugal, na minha visão de cidadão mundo, atento ó que se passa por esse Portugal fora, perco o ânimo de ganhar a vida honestamente.
Para quê pagar impostos, se depois nos momentos de crise o governo ajuda aqueles que fogem a eles, para quê trabalhar honestamente se no final quem ganha são os trapaceiros e os desonestos, para quê viver no moralmente correcto se os beneficiados são aqueles que não a praticam.
Só tenho pena é do senhor Augusto, o merceeiro da minha rua, que não consegue vender a sua fruta e está prestes a fechar a sua mercearia. É irónico senhor leitor, um homem que contribuiu mais de 50 anos para o Estado e viveu a sua vida honestamente, pagando sempre os seus impostos a tempo e horas, não seja ajudado pelo Estado, enquanto bancos fraudulentos que branquearam capitais e contraem dividas altíssimas, como o "BPF", Banco Português de Fraudes ou Fugas Fiscais, que volto a frisar, contraiu uma divida acumulada 700 mil milhões de euros, são ajudados pelo Estado.
O mundo mudou senhor leitor, o politicamente correcto acabou, estamos numa época de mudança, mas na minha opinião de cidadão do mundo mudamos para pior.
Limito-me assim a observar o teatro português e a comprar a fruta ao senhor Augusto, ajudando assim por alguns meros minutos.
k4, quadrado azul,
L. Amado pinto

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